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AMORTIZATION LOANS - CAP. I

1- Introdução


A breve análise que se segue apenas incidirá na amo rtização de empréstimos em que há apenas um mutuante, ou seja, o empréstimo é concedido apenas por uma entidade.
Em termos financeiros, a dívida surge quando uma de terminada importância é emprestada por um determinado tempo, e na presente análise, por uma única entidade.
Poder-se-á definir empréstimo, ou mútuo, como sendo um contrato entre duas entidades em que a que empresta se designa por mutu ante, ou credor, e a que recebe se designa por mutuário ou devedor.
Esta última, compromete-se ao pagamento integral do valor emprestado acrescido de juros e nas condições previamente esta belecidas.
Em termos temporais poder-se dizer que existem emp réstimos de:
Curto e médio prazos : são empréstimos que se caracterizam por serem saldados até 3 anos.
e,
Longo prazo : Tal como o nome indica, caracterizam-se por serem amortizados por um período em média superior a 4 anos. Em qualquer dos casos, e na sua grande maioria, um empréstimo é reembolsado através de prestações. Uma prestação é um pagamento destinado à liquidação do empréstimo. È constituída por duas parcelas: amorti zação do capital e juro, parcelas estas que também de designam por quota-capital e qu ota-juro respectivamente. A Amortização é pois o acto de pagar as prestações que têm origem no empréstimo. O período de amortização é o intervalo de tempo entre duas amortizações sucessivas. O prazo de amortização é o intervalo de tempo durante o qual são pagas as amortizações. Parcelas de amortização são as que co rrespondem às parcelas de devolução do capital emprestado. Nos sistemas de amortização os juros serão sempre c obrados sobre o saldo devedor, considerando a taxa de juros compostos, se ndo certo que, se não houver pagamento de uma parcela, conduzirá a um saldo deve dor maior, calculando-se juro sobre juro.
Saldo Devedor é o estado da dívida, ou seja, o débi to, num determinado instante de tempo.
nforme já se referiu, só a quota-capital faz dim inuir o valor do capital em dívida, pelo que o somatório de todas as quotas-cap ital deverá ser igual ao capital emprestado.
O pagamento de juros não diminui o capital empresta do. Eles incidem sobre o capital em dívida. No caso dos juros não serem pago s, ou serem parcialmente pagos, serão adicionados ao quadro de serviço da dívida os juros de juros.
2 - Sistemas de Amortização Um sistema de amortização é um meio através do qual se vai pagando uma dívida contraída, de forma que seja escolhida pelo devedor a maneira mais conveniente para ele.
Qualquer um dos sistemas de amortização pode ter, o u não, prazo de carência, sendo este definido como sendo o período em que ape nas se paga juro não havendo lugar a qualquer amortização de capital. Assim, dur ante este período, o capital em dívida é igual ao capital inicial. Ao período em que não há lugar nem ao pagamento de juros nem à amortização de capital, dá-se o nome de prazo de diferimento. N este caso os juros não pagos darão origem a juros.
Em qualquer dos sistemas de amortização é sempre c onveniente executar o designado quadro do serviço da dívida ou quadro de amortização.
Seja então:
Do – montante do empréstimo
Dk – capital em dívida
I – taxa de juro
Pk - prestação
Mk – quota - capital
Jk – quota – juro

AMORTIZAÇÃO DE EMPRÉSTIMOS - CAP. II

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